sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PALEARI CUSTOM SOUND - LOST IN TIME DELAY



               O delay é um dos mais icônicos efeitos utilizados pelos guitarristas, e hoje vamos abordar o LOST IN TIME DELAY, que foi projetado e desenvolvido pela PALEARI CUSTOM SOUND especialmente pra você que procura um delay conciso e funcional!
               Em franca tradução do inglês, delay significa atraso, e é exatamente isso que descreve o efeito. Imagine que seu sinal é dividido em duas parcelas iguais onde: uma segue intacta, enquanto a segunda parcela sofre um atraso temporal que foi previamente ajustado. Sendo assim, o som da sua guitarra é “clonado” e reproduzido alguns milissegundos depois.
               Estudar os primórdios da criação desse efeito é interessante, principalmente pra quem viveu nos anos 70 e 80. Os primeiros delays não passavam de um gabinete de gravação e reprodução de fitas (similares às fitas K7)com alguns ajustes mecânicos.  Essa máquina tinha um funcionamento simples, porém genial: vamos imaginar uma fita magnética rodando, passando por uma cabeça de gravação que sensibiliza a fita e “imprime” nela o sinal da guitarra, em seguida, algum espaço depois no curso da fita é adicionada uma cabeça de reprodução que lê o sinal gravado e o reproduz; um sistema mecânico aumentava e reduzia a distância das cabeças de gravação e reprodução, alterando assim, o tempo de atraso. Para incrementar o efeito, alguns modelos vieram acrescentando mais cabeças de reprodução, permitindo que o sinal fosse repetido mais vezes.
               É de forma similar que funciona o LOST IN TIME DELAY: o sinal é dividido em duas partes, na qual uma é atrasada e outra segue na cadeia normalmente. Nossa missão ao desenvolver esse pedal foi conseguir um sinal atrasado, claro e límpido, assim como, foram construídos os bons e pioneiros delays do mercado.
Um ponto que deve ser abordado é a velha questão: esse delay é analógico ou digital? A resposta é: O LOST IN TIME DELAY da PALEARI SUTOM SOUND é digital, da mesma forma que 99,9% dos delays apresentados no comércio atual. Nesse ponto é importante o músico ficar atento, haja vista, que muitos dos efeitos semelhantes a esse são vendidos como “delays analógicos”, quando na verdade são digitais. Essa é uma manobra de marketing do mercado que discordamos, pois engana e lesa o cliente.
Sobre a utilização de delays, vamos a alguns arquivos memoráveis que foram registrados ao longo dos tempos:
·       Edward Van Halen é, definitivamente, um dos gênios do mundo das guitarras e, em muitos casos, utilizou-se dos delays.  Cabe dentro desse assunto, destacar uma maneira de utilização um tanto quanto inusitada desse efeito: na introdução da música Aint talkin’  bout Love, Ed emprega um delay curto com uma única repetição para dar corpo a sua distorcida e modulada guitarra.
·       A icônica introdução de Welcome to the jungle do Guns n´ Roses é um exemplo explícito de um delay muito bem controlado, assim como, a de Another Brick in the Wall do Pink Floyd sob comando de David Guilmor, que é no mínimo um mago dos efeitos de guitarra.
·       The Edge, guitarrista da banda Irlandesa U2, é outro grande utilizador desse efeito. Cita-se, por exemplo, a introdução de Were the streets have no name, e nos riffs de With or without you.
·       Em muitos casos, o delay só é notado se prestarmos muita atenção em sua execução, porém depois de percebê-lo fica fácil descobrir o quanto é essencial para trazer corpo ao som. Um exemplo dessa utilização é o final do solo de No more tears, executado por Zakk Wylde na banda de Ozzy Ousborne. Se você reparar bem, a última nota do solo revela um delay com várias repetições. Outro exemplo da dupla Zakk e Ozzy é a música Hellraiser, que desde a introdução demonstra uma guitarra pesada e repetida através de um delay.
·       Uma boa utilização do delay, que poucos dos músicos conhecem, é em forma de eco, no qual o delay funciona, de certa forma, como um reverb, adicionando ao som uma ambiência ímpar.

A utilização do LOST IN TIME DELAY gera uma gama incontável de timbres e texturas. Esse efeito é um daqueles icônicos, que deve constar no set de qualquer guitarrista, baixista, ou mesmo vocalistas, visto que sua utilização independe de estilo.
O LOST IN TIME DELAY preza por uma construção firme e concisa, possuindo três controles: DELAY, que controla o tempo entre as repetições; FEEDBACK, que ajusta o número das repetições; e ainda LEVEL, que seta a intensidade da apresentação do sinal repetido.
Assim como os demais produtos da PALEARI CUSTOM SOUND, o LOST IN TIME DELAY é confeccionado com os melhores componentes disponíveis no mercado. É true by-pass para garantir que desligado ele não interfira no seu sinal, e é alimentado por um plug P4 no padrão BOSS (negativo ao centro).

Tenha essa experiência a seus pés!
Lost in Time Delay produzido pela Paleari Custom Sound

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

PALEARI CUSTOM SOUND - PUSH/PULL COMPRESSOR



Dessa vez vamos discutir um pouco sobre o efeito compressor, que segundo a maioria dos músicos possui simples função e utilização. Porém, vamos aqui nesse post explicar que esse “nivelador sonoro” não é tão restrito quanto se pensa, aliás, está bem longe disso.
Em linhas gerais, um compressor é um nivelador automático de volume analógico, ou seja, independente da intensidade da entrada do sinal ele garante que o volume da saída seja o mesmo. Dessa forma, o compressor nivela o sinal que está chegando da guitarra fazendo com que as frequências que apresentam nível maior tenham seu volume rebaixado, ao passo que,as que têmnível menor sejam amplificadas num único processo. Em outras palavras, o compressor “empurra” (PUSH) os altos pra baixo, e “puxa” (PULL) os mais baixos pra cima, daí o efeito batizado como PUSH/PULL COMPRESSOR.

                Ao analisar esses efeitos de “puxar”e“empurrar” a intensidade do sinal, é possível perceber várias funções muito úteis. Aliás, dependendo do estilo musical executado pelo músico, arrisco a dizer que o compressor é INDISPENSÁVEL.

                Vamos analisar alguns casos:

·        Tendo em vista que o compressor “puxa” as freqüências menos intensas para maiores volumes, ao executarmos um Bend ou uma nota onde o tempo de permanência precisa ser mais longo, o ato de “puxar” essas notas fracas vai fazer com que elas soem por muito mais tempo. Ou seja,a sua execução terá muito mais sustentação nas frases, daí surge o desejado efeito chamado SUSTAIN. Inclusive, eis aí mais um dos milhares de truques dos solos expressivos de David Guilmor no comando das guitarras do Pink Floyd. Para os apreciadores do rock psicodélico, o efeito pode ser utilizado como um excitador para gerar o famoso FEEDBACK também conhecido como microfonia!

·        Outro ponto a ser analisado sobre o “fator PUSH/PULL”, é que certas frequências, que antes eram dificilmente notadas, passam a ser evidentes. O resultado é um timbre final com grande enriquecimento harmônico, oucomo se diz na gíria musical, o PUSH/PULL COMPRESSOR vai “engordar” o som das guitarras e baixos, trazendo um pouco mais de graves para as guitarras agudas e vice-versa. Essa função é muito utilizada por baixistas e guitarristas que apreciam o estilo Groovie ou Funky, sendo que além da gama harmônica apresentada, é possível “sentar a mão” na guitarra para que se possa mostrar todo seu balanço, mas sem perder a maciez.

·        Mais uma característica notada nesse efeito é o aumento da sensibilidade do instrumento, onde as notas tocadas mais fracas tem o volume aumentado. Uma verdadeira mão na roda para os músicos que gostam de tocar em alta velocidade, trazendo a tona aquelas nota que a uma palhetada menos intensa esconde, como exemplo, podemos citar o “rei da fritação”: Yngwe Malmsteen, que sempre se declarou adepto ao efeito.

·        Ainda por conta do aumento da sensibilidade, surgem outros fenômenos muito apreciados por guitarristas e baixistas. Um deles é a técnica de tapping, onde o tap fica tão evidente quanto uma nota comum. Um exemplo pra guitarra é a música Heroes of sand da banda nacional Angra, onde a belíssima introdução é executada com tapping claramente evidenciado por um compressor. E por fim, a bela sonoridade do slap no contrabaixo , fazendo com que a nota puxada soe na mesma altura da nota batida.

·        Dentre a grande gama de vantagensem possuir um compressor adicionado ao seu set, ainda temos um notório efeito de clean boost, que adiciona um ganho extra ao som. Pode ser utilizado nos momentos onde a guitarra ou o baixo precisam se destacar perante a banda, ou mesmo durante um solo. Vale notar que enquanto a maioria dos boosters tendem a sujar um pouco o som, aumentando o ganho, o compressor vai enriquecer a gama harmônica, fazendo com que o som continue limpo, porém destacado.

·        Por fim, uma peculiaridade que sempre foi muito explorada em estúdio, mas pouco notada em apresentações ao vivo: a associação do compressor após um efeito de modulação, como por exemplo, o chorus. É natural que com o aumento da profundidade nas modulações o resultado seja um timbre apagado ou pouco definido. Porém, ao adicionar o compressor em seguida, a definição é devolvida ao timbre final, permitindo que o músico possa abusar mais das modulações, evidenciando timbres que antes eram impossíveis. Um bom exemplo dessa utilização é na introdução da clássica Knock on Heavens Door na versão dos Hollywoodianos Gunsn´Roses, um compressor é adicionado ao chorus.

Seria possível ficar por horas e horas dissertando sobre utilizações do compressor na música, porém acredito que esses poucos exemplos citados são suficientes pra afirmar queo compressor é um efeito que possui somente uma função: nivelar o som. Porém, qual o número de benefícios que essa única função traz? Essa resposta é muito subjetiva, pois a gama de utilizações é imensa! Em síntese: uma função com várias utilizações.
Ao iniciar o projeto PUSH/PULL COMPRESSOR, a PALEARI CUSTOM SOUND primou por desenvolver um compressor que fosse claro, eclético e silencioso, que pode ser utilizado tanto para baixo, quanto para guitarra. Apresentamos um compressor que compre fielmente qualquer uma das funções listadas acima. Apresentando somente os controles de COMPRESSÃO (símbolo da morsa) e VOLUME (VU meter), o PUSH/PULL COMPRESSOR proporciona, em todos os níveis de seu ajuste, um efeito claro e límpido:característica que a maioria esmagadora dos efeitos disponíveis no mercado não oferece.
Assim como todos os pedais da PALEARI CUSTOM SOUND, o PUSH/PULL COMPRESSOR é montado à mão ao melhor estilo handmade com componentes vintage, assim como, possui chaveamento true by-pass e fonte no padrão BOSS, com plug P4setado com polaridade negativa ao centro.

Tenha essa experiência a seus pés.

domingo, 17 de agosto de 2014

PALEARI CUSTOM SOUND - HEAVEN SOUND CHORUS




      
O efeito de chorus remete a sonoridade preenchida e peculiar dos coros vocais. A essência desse fenômeno sonoro é a imprecisão da afinação entre os cantores.
Diferente dos instrumentos musicais, a voz humana não é uma “máquina”, e sendo assim, é praticamente impossível obter, de maneira precisa, o mesmo tom em 10, 20 ou mais pessoas cantando simultaneamente. É possível afirmar que num grupo de cantores há sempre um leve desvio na tonalidade dos músicos, assim como no tempo. Embora isso possa parecer errado ou pouco estético, são exatamente esses atrasos e desafinações que trazem a um coro sua sonoridade característica.
 Em meados dos anos 30, ao notar essa particularidade alguns dos órgãos Hammond passaram a apresentar uma função chamada “chorus generator” em seus instrumentos. O objetivo desse adicional era atrasar parte do sinal original e causar leves desafinações em razão de um circuito oscilador de frequência (LFO). O resultado é uma modulação sonora agradabilíssima, remetendo a um som “angelical” e romântico. Esse, provavelmente, foi o primeiro instrumento a oferecer esse efeito. 
 Mais tarde, em meados dos anos 70, surge o enigmático amplificador Rolland Jazz Chorus, que transportou esse efeito para as guitarras. A empresa BOSS foi a primeira a comercializar o módulo desse efeito em formato de pedal, dando origem assim, ao CE-1 e seu sucessor CE-2, este que provavelmente foi o mais renomado de todos. Alguns músicos confundem o pedal Univibe, amplamente utilizado por Jimi Hendrix nos anos 60, como sendo o primeiro chorus. Porém, analisando com mais profundidade, é possível afirmar que o Univibe causa uma modulação de fase, característica do phaser, enquanto o chorus apresenta modulação de tom.              
  Nos anos 80, o chorus passou a ser largamente utilizado por vários guitarristas, perdurando até os tempos atuais.

  São muitos os exemplos, estilos e formas de utilização desse efeito:

· Kurt Cobain, na introdução inesquecível de Come as you are.
· Slash / Izzy Stradlin, utilizando o Chorus somado a um compressor em Knock on Heavens door
· Andy Summers, que utilizou em inúmeras músicas, porém um registro impecável é Message in a bottle
· Zakk Wylde em See you in the otherside, no período em que excursionava com Ozzy Ousborne.
· Jhon Petrucci na memorável introdução de Pull me under.
· Kirk Hammett, do Metallica, na introdução de Nothing else matters, além de Enter sandman

Não demorou muito até que os baixistas percebessem o quanto esse efeito ficava sonoro em seus instrumentos. Dois dos grandes utilizadores são os memoráveis Duff McKagan do Guns n´Roses e Geddy Lee do Rush, que dispensa apresentações.
Ao projetar o HEAVEN SOUND CHORUS, a PALEARI CUSTOM SOUND desenvolveu vários métodos de pesquisa e aprimoramentos para que esse chorus fosse além de agradável, transparente, harmonioso e orgânico ao estilo clássico. Fato que o diferencia dos mais modernos e digitais efeitos semelhantes, disponíveis no mercado atualmente. Nosso exemplar desse efeito não apresenta o “ganho extra” e o ruído indesejado, que foram as “pedras no sapato” dos antigos modelos.
Sem muitas “firulas”, o HEAVEN SOUND CHORUS possui dois únicos parâmetros: o RATE que controla a frequência da oscilação da “desafinação”, e o DEPTH que rege os limites que esse fenômeno vai apresentar. Um pedal ao melhor do estilo “curto e grosso”, apresentando um resultado conciso e presente.
Em breve discutiremos algumas utilizações desse efeito mais a fundo.
De maneira idêntica a todos os outros produtos da PALEARI CUSTOM SOUND, o HEAVEN SOUND CHORUS é confeccionado à mão e com componentes que passam por um rigoroso processo seletivo, visando a maior qualidade do resultado para o músico. Vale ressaltar que nossos pedais são alimentados por 9 Vdc, através de um conector P4 no padrão BOSS (negativo no centro do conector). Também possuem chaveamento true by-pass, que garante a originalidade do sinal com o pedal desligado.
Tenha essa experiência a seus pés!





sábado, 16 de agosto de 2014

PALEARI CUSTOM SOUND - FULLRANGE OVERDRIVE




     Você consegue imaginar um efeito que pode ser utilizado tanto nas expressivas linhas do Blues quanto nos mais pesados licks de Hard Rock e Heavy Metal clássico? Sim, ele existe, esta é a característica do FULLRANGE OVERDRIVE. Um pedal utilizado para todos os extremos: em um clean-boost até uma clássica distorção característica dos anos 80 e 90. 
     Em meados dos anos 70, passaram a ser oferecidos no mercado efeitos em formato de pedal, utilizando amplificadores operacionais e clipping com diodos. O objetivo desse efeito era simular um amplificador valvulado e saturado, mesmo em volumes baixos. Esses pedais facilitaram a vida dos músicos na época, pois era possível obter sons distorcidos em locais menores. Além disso, o controle de ganho, tonalidade e volume são outras grandes vantagens desses pedais. Antes dessa tecnologia, esse timbre só era alcançado com amplificadores ligados em sua máxima potência.
   Esse efeito popularizou-se entre quase todos os guitarristas da época, como por exemplo, o mestre Stevie Ray Vaughan com seu autêntico Blues e Jimi Page com sua guitarra gritante. A partir daí, a maioria dos guitarristas aderiram a essa moda. Com a chegada do Heavy Metal, o efeito ganhou uma nova roupagem, sendo utilizado em inúmeras combinações. Nomes como, Kirk Hammet e os guitarristas de Judas Priest, marcam essa nova dinâmica. Levando em conta o histórico desse efeito, a PALEARI CUSTOM SOUND desenvolveu o FULLRANGE OVERDRIVE, que oferece ao músico um pedal versátil, proporcionando desde um boost limpo e encorpado até uma distorção robusta e sólida, sem perder a dinâmica e a definição da guitarra. Não é a toa que esse efeito é o mais procurado entre os guitarristas, dos clássicos aos modernos.





Na prática, esse efeito traz uma gama infinita de utilizações:

-Para quem curte Blues, o FULLRANGE OVERDRIVE pode ser utilizado, por exemplo, como clean-boost, adicionando um leve ganho ao sinal, evidenciando algumas frequências, porém sem adicionar distorção. Outra possibilidade é usar esse equipamento para aumentar o ganho do sinal, mas dessa vez, com distorção. Porém, a grande vantagem é que o nível de ganho é condicionado à dinâmica empregada pela “palhetada” do músico. Ou seja, é possível ter um controle absoluto do timbre em suas mãos. Ainda nesse âmbito, pode ser utilizado como uma distorção com ganho moderado, apresentando timbres mais rasgados e expressivos, além de adicionar sustentação (sustain) nas notas prolongadas.

-Para os amantes do bom e velho Rock n’Roll, o FULLRANGE OVERDRIVE permite atingir todas as eras do Rock. Dos clássicos anos 60, é possível obter o estalado das guitarras, apresentando distorção característica dos amplificadores da época. A versatilidade desse efeito coloca a guitarra, definitivamente, como instrumento de frente nos anos 70, ou seja, com esse pedal o guitarrista ganha espaço no cenário. Referenciando as décadas de 80, 90 e todo panorama roqueiro atual, o FULLRANGE OVERDRIVE aparece como uma ferramenta valiosa, que auxilia o guitarrista a explorar seu instrumento em todas as nuances, valorizando toda a gama de técnicas desenvolvidas.

- Em paralelo ao movimento Rock n’Roll destaca-se o Heavy Metal, que  também aderiu ao efeito, mas  de uma maneira característica ao estilo. Ou seja, para solucionar os problemas de “som embolado” devido aos altos ganhos provenientes de uma única fonte, o FULLRANGE OVERDRIVE pode ser utilizado como um boost para que o som passe a ter mais ganho com definição.

A PALEARI CUSTOM SOUND desenvolveu esse pedal pensando em todas vertentes musicais da guitarra, daí o nome FULLRANGE que significa “alcance total”. Ele é confeccionado com componentes rigorosamente selecionados oferecendo ao músico um efeito versátil e de altíssima qualidade. O FULLRANGE OVERDRIVE é um produto artesanal, montado à mão, e por isso, tem efeito único. Ele é true by-pass e aceita alimentação no padrão BOSS, ou seja com plug P4 setado com polaridade negativa no centro.

Tenha essa experiência a seus pés!



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PALEARI CUSTOM SOUND - OLD SECRET FUZZ



                     


Com origem no início dos dourados ano 60, reza a lenda que esse efeito foi o primeiro a ser vendido no formato de pedal. Sua origem é advinda de um aparelho transistorizado defeituoso, que devido aos seus altos níveis de distorção e compressão trazia ao timbre resultante uma grande dose desses efeitos. O som agressivo e com um longo sustain agradou a muitos guitarristas da época. Certamente, o mais famoso utilizador do fuzz é o lendário Jimi Hendrix, que desde o início utilizou o efeito de uma maneira como nunca antes foi notada. Sempre com muito ganho, induzindo aos ruídos, chiados, “gritos” e a microfonia, que são a “marca maior” da psicodelia de Hendrix. 
O astro revolucionou todo o contexto da guitarra elétrica.
        Porém engana-se, e muito, quem pensa que o fuzz é um efeito somente descontrolado e psicodélico. que tem como proposta mostrar aos músicos que o fuzz é sim um efeito muito versátil e indispensável para muitos estilos musicais, dos mais clássicos aos mais modernos. Pode ser utilizado plenamente por guitarristas e baixistas, sendo esse um dos “velhos segredinhos” que o mundo das cordas guardou por décadas.

A Paleari Custom Sound apresenta o “OLD SECRET FUZZ”.
         Para os guitarristas, aí vai uma lista de timbres, nomes e estilos onde o OLD SECRET FUZZ mostra sua voz de maneira inigualável:



Ao desenvolver o OLD SECRET FUZZ, a Paleari Custom Sound teve como meta chegar a uma voz que possibilite ao músico ter um fuzz versátil, agradando a todos que desejam utilizar plenamente esse efeito. Logo mais postaremos um dossiê mais detalhado para cada um dos estilos que podem ser abordados, bem como, a utilização desse pedal por baixistas.


  • Melodias marcantes, dramáticas, onde a guitarra assume a voz da música ao mais perfeito estilo de David Guilmor e o feeling trazido ao PinkFloyd, ou Carlos Santana com toda sua excentricidade. 
  • Aos guitarristas que desejam um timbre sombrio e pesado, é possível ter a tonalidade preferida de Tony Iommi no Black Sabbath. 
  • Quem procura um estilo extrovertido e “funky”, fica o convite para experimentar sonoridades ao estilo de Jhon Frusciante e todos os outros guitarristas que passaram pelo Red Hot Chili Peppers. 
  • Se você é do Rock, saiba que com esse pedal você vai conseguir estar ao lado de Ritchie Blackmore, ou mesmo do marcante Billy Gibbons do ZZ top. 
  • Se sua praia é Heavy Metal, o OLD SECRET FUZZ é capaz de adicionar o ganho que você precisa na hora do solo, entregando à sua mão um timbre quente que acentua muito as notas na hora das “palhetadas” alternadas e arpejos velozes.


O OLD SECRET FUZZ é confeccionado com componentes de alta qualidade e opera com fonte de 9Vdc no famoso padrão BOSS ( plug P4 com polaridade negativa no centro).

Tenha essa experiência a seus pés!

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